quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Animação em 3D de uma mitose

Conceito de mitose:O termo Mitose designa o conjunto de processos que decorrem na divisão do núcleo das células eucarióticas, pelos quais se formam núcleos com o mesmo número de cromossomos do núcleo inicial pleurótricas.
De forma simplificada,a mitose é dividida nas seguintes fases:
  • Prófase: Onde ocorre a fragmentação do nucléolo, e onde os cromossomos se individualizam;
  • Prometáfase: Formação  do cinetocoro e fragmentação da carioteca;
  • Metáfase: Fase onde os cromossomos se encontram mais condensados.Forma-se a placa equatorial, área onde os fusos mitóticos se ligam aos centrômeros dos cromossomos.;
  • Anáfase: Fase onde os cromátides irmãs são separadas,dividindo o material genético para cada polo da célula;
  • Telófase: Fase onde ocorre a citocine,separando o citoplasma originando duas células filhas;
  • Interfase: Estado normal da célula, onde ela não se encontra em divisão.
Fonte:http://www.knoow.net/ciencterravida/biologia/mitose.htm
Link do vídeo aqui
Interessante vídeo aula:mitose-prof jubilut

Postado por Felipe Faix

Bionanotecnologia ataca cancêr e reforça imunidade ao mesmo tempo

Ataque e defesa

Os cânceres são notórios por produzir compostos químicos que confundem o sistema imunológico, frustrando as defesas biológicas.

Para combater esse efeito, alguns tratamentos tentam neutralizar o arsenal químico do câncer e aumentar a resposta imune do paciente.

Contudo, as tentativas de fazer as duas coisas ao mesmo tempo raramente são bem-sucedidas.

Bionanotecnologia

Agora, cientistas usaram a bionanotecnologia para desenvolver um sistema que fornece ao corpo, simultaneamente, uma dose sustentada de um reforço para o sistema imunológico, e de um medicamento para inibir a produção dos compostos químicos do câncer.

Isto resultou em uma potente terapia combinada que, em experimentos em animais, retardou o crescimento de alguns tumores e chegou a colocar outros em remissão, levando a taxas de sobrevivência significativamente maiores.

Essa técnica para a aplicação simultânea de vários tratamentos pode resolver as frustrantes dificuldades que as chamadas terapias medicamentosas combinatórias têm enfrentado.



Nanotecnologia ataca câncer e reforça imunidade ao mesmo tempo
 


Esta ilustração mostra um nanolipogel aplicando sua carga imunoterápica. As esferas azul-claras dentro dos vasos sanguíneos, assim como a esfera maior em primeiro plano, são os nanolipogéis (NLGs). Conforme eles se quebram, liberam IL-2 (pontinhos verdes), que ajudam a recrutar e ativar a resposta imunológica do corpo (as células esferoides roxas). As pequenas esferas azuis brilhantes são o tratamento adicional, uma droga contra o câncer que inibe o TGF-beta (uma das defesas químicas do câncer).
 
 
Nanolipogels
 
Classificada como imunoterapia, a nova técnica usa medicamentos já bem estudados, mas leva-os para o organismo usando nanolipogéis (NLGs: NanoLipoGels), uma tecnologia inovadora para o transporte de medicamentos.
Os NLGs (nanolipogéis) são esferas ocas biodegradáveis com dimensões em nanoescala (bilionésimos de metro), cada uma capaz de acomodar grandes quantidades de moléculas quimicamente diferentes.
Aparentemente as nanoesferas se acumulam nos vasos sanguíneos frágeis dos tumores, liberando sua carga de forma controlada e sustentada, conforme as paredes das nanoesferas e sua estrutura interior quebram-se na corrente sanguínea.

Imunoterapia

Nestes experimentos iniciais, os NLGs continham dois componentes: uma droga inibidora que ataca uma defesa particularmente potente do câncer chamada fator de crescimento transformador-beta (TGF-beta), e a interleucina-2 (IL-2), uma proteína que induz o sistema imunológico a responder às ameaças em pontos específicos.

A capacidade de empacotar dois tipos completamente diferentes de moléculas - grandes proteínas solúveis em água, como a IL-2, e pequenas moléculas hidrofóbicas, como o inibidor de TGF-β - em um mesmo invólucro foi fundamental para o sucesso do tratamento.

Fonte: (http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=bionanotecnologia&id=7970)
Imagem: Nicolle Rager Fuller/NSF


 Ana Caroline Mendes de Arruda.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

Vasos sanguíneos artificiais são criados com células-tronco Redação do Diário da Saúde

Vasos sanguíneos artificiais são criados com células-tronco
O processo de criação dos vasos sanguíneos artificiais a partir das células-tronco leva cerca de duas semanas, abrindo a possibilidade de desenvolvimento de enxertos personalizados para pacientes de doenças vasculares graves, a partir das células de sua própria pele.[Imagem: Shutterstock]

Implante vivo
Pela primeira vez, células-tronco foram usadas para criar um vaso sanguíneo artificial, totalmente funcional, fora do corpo humano.
Os cientistas do King's College, de Londres, usaram células pluripotentes induzidas, criadas a partir da pele humana.
Eles afirmam que a nova técnica, quando totalmente desenvolvida, poderá ser usada para restabelecer o fluxo sanguíneo em tromboses e embolias, ou para fornecer implantes vivos para substituir vasos danificados, como hoje é feito com as pontes safena ou mamária.
O tratamento também é promissor para evitar amputação em pacientes com circulação severamente afetada por alguma condição médica.
Riscos das células-tronco
Terapias com células-tronco apresentaram-se inicialmente como promissoras, mas sua eficácia até o momento é mínima, com alguns tipos de células-tronco tornando-se um tumor depois de serem introduzidas no corpo.
Os cientistas partiram então para usar as células-tronco, desenvolvidas a partir de fibroblastos (células da pele), na criação de vasos sanguíneos do lado de fora do corpo.
Sua expectativa é que isso evite o surgimento dos tumores, uma vez que o vaso sanguíneo artificial só será implantado quando totalmente desenvolvido.
O processo é diferente de um outro teste realizado recentemente nos EUA, quando médicos injetaram células-tronco do próprio paciente para auxiliar na recuperação do coração após um infarto.
Implante personalizado
O processo de desenvolvimento de células vasculares a partir de células da pele levou duas semanas, abrindo a possibilidade de transformar células do próprio paciente em vasos sanguíneos artificiais para atendimento às suas necessidades de implante.
Os pesquisadores afirmam que o passo seguinte será testar os vasos sanguíneos artificiais em pacientes com doenças vasculares.
"Este é um estudo inicial e mais pesquisas precisam ser feitas sobre como esta abordagem funcionará nos pacientes, mas o objetivo é injetar células reprogramadas em áreas com problemas no fluxo sanguíneo, ou mesmo fazer um enxerto de um vaso sanguíneo inteiramente novo para o tratamento de doenças cardiovasculares graves," disse o Dr. Qingbo Xu, um dos autores do estudo.
Caroline Machado de Oliveira

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Mitocôndrias podem estar na origem da doença de Parkinson

A descoberta contraria algumas das teses científicas mais recentes sobre as causas de uma das patologias neurodegenerativas mais comuns em todo o mundo.

Com informações de Catarina Amorim

Disfunção nas mitocôndrias

Uma equipe de cientistas da Universidade de Coimbra, em Portugal, identificou um novo mecanismo presente na origem da doença de Parkinson.

A descoberta, feita pela pesquisadora Daniela Moniz Arduíno, contraria algumas das teses científicas mais recentes sobre as causas de uma das patologias neurodegenerativas mais comuns em todo o mundo.

Os resultados revelam que a disfunção da mitocôndria - responsável pela produção de energia nas células - é a grande responsável pelo aparecimento da doença.

O estudo publicado na revista de referência mundial Human Molecular Genetics

Tráfego intracelular

Os pesquisadores portugueses demonstraram, pela primeira vez, em estudos ex-vivo (com células de doentes de Parkinson), que a deficiência no tráfego intracelular (autoestradas celulares) é provocada pela disfunção das mitocôndrias dos doentes.

"Analisamos toda a via e verificamos que, na doença de Parkinson, a disfunção mitocondrial é o evento que está na base de uma autofagia deficiente - mecanismo através do qual ocorre a degradação de organelas disfuncionais e de proteínas danificadas, lixo biológico que se vai acumulando ao longo do envelhecimento e que se não for eliminado leva à morte das células," explica a professora Sandra Morais Cardoso, coautora da pesquisa.

Segundo ela, esta descoberta fornece novas pistas importantes para o desenvolvimento de futuros fármacos que previnam a interrupção do tráfego e, deste modo, assegurem o normal transporte intracelular, que se processa ao longo de todo o neurônio, desde o núcleo até os terminais sinápticos.

"Verificamos que, por si só, a autofagia não poderá ser utilizada como alvo terapêutico após o diagnóstico, sendo por isso necessário desenvolver abordagens terapêuticas que, simultaneamente, promovam a autofagia e restaurem o tráfego celular," diz a professora.


Autofagia

O processo autofágico tem duas componentes distintas, assumindo, por um lado, o papel de controle de qualidade das células e, por outro, transformando - durante o jejum prolongado - os elementos da célula em nutrientes para prolongar a preservação do organismo.

Com isto em mente, os pesquisadores estudaram todo o processo autofágico e verificaram que, na doença de Parkinson, a sua ativação pode ser prejudicial.

Identificado o novo mecanismo responsável pela origem da doença de Parkinson, agora "o nosso desafio é estudar e perceber como é que a disfunção da mitocôndria leva à desestabilização das autoestradas celulares," conclui Sandra.

Fonte :http://unisite.com.br/Saude/32936/Mitocondrias-podem-estar-na-origem-da-doenca-de-Parkinson.xhtml

Caroline Machado de Oliveira

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Mitocôndrias

Do grego (mito = filamento, chondrion = partícula), o nome tem mais relação com as possíveis formas assumidas pela mitocôndria do que com a sua finalidade. É uma organela de ...
  • diâmetro entre 0,5 e 1,0 µm (micrômetro = milhonésimo de metro) 
  • comprimento variável, de 0,5 µm (cél. secretora de esteróides) a 8 ou 10 µm (cél. muscular esquelética).
        Presente em todas as células eucarióticas, a mitocôndria converte a energia derivada dos combustíveis químicos em energia armazenada sobre a forma de ATP (adenosina trifosfato). A mitocôndria permite uma maior extração de energia da molécula de glicose; estima-se que a fosforilação oxidativa produza mais de 2 x 1026 moléculas de ATP por dia no homem 
.http://www.icb.ufmg.br/~biocelch/mitocondria/mitocondria.html 



Mitocôndrias: Centrais de Energia da Célula
  • Pestaneja.
  • Respira.
  • Mexe os dedos dos pés. Estes movimentos sutis – tal como as múltiplas reações químicas que ocorrem dentro dos organelos – necessitam de grandes quantidades de energia celular. A maior fonte de energia no teu corpo é uma pequena molécula denominada ATP ou adenosina-trifosfato.
TAMANHO REAL (MÉDIA)TAMANHO PERCEBIDO QUANDO AMPLIADO 3 MILHÕES DE VEZES
Comprimento da mitocôndria: Tipicamente 1-2 micrômetros, mas podendo atingir 7 micrômetros de comprimento5,5 metros




ACUMULAÇÕES DE ENERGIA ESPIRITUAL
        Por intermédio das mitocôndriasque podem ser consideradas acumulações de energia_espiritual, em forma de grânulos, assegurando a atividade celular, a mente transmite ao carro_físico a que se ajusta, durante a encarnação, todos os seus estados felizes ou infelizes, equilibrando ou conturbando o ciclo de causa_e_efeito das forças por ela própria libertadas nos processos endotérmicos, mantenedores da biossíntese.
        Nessa base, dispomos largamente dos anticorpos e dos múltiplos agentes imunológicos cunhados pela governança do Espírito, em favor da preservação do corpo, de acordo com as multimilenárias experiências adquiridas por ele mesmo, na lenta e laboriosa viagem a que foi constrangido nas faixas inferiores da Natureza.(Ver: Mente e Psicossoma)
        Da mesma sorte, possuímos, funcionando automaticamente ...
  • a secretina, 
  • a tiroxina, 
  • adrenalina
  • a luteína, 
  • a insulina, 
  • a foliculina, 
  • os hormônios gonadotrópicos 
  • e unidades outras, entre as secreções internas, à guisa de aceleradores excitantesmoderadores ereatorestransformadores calmantes das atividades químicas nos vários departamentos de trabalho em que se subdivide o Estado Fisiológico.

     Mitocôndria - s.f. Grânulo isolado ou bastonete que representa um dos elementos do condrioma citoplasmáticodas células vivas.  As mitocôndrias têm ...
    • biocatalisadores, 
    • enzimas 
    • e vitaminas. 
            Subdividem-se em:
    • condriossomos [formas granulares] 
    • e condriocantes ou condriomites [formas filamentosas]  Mitocôndrias ( Casas de força da célula ) - Todas as atividades celulares consomem energia. Para sustentar , as células são dotadas de verdadeiras usinas energéticas: AS MITOCÔNDRIAS.
             As mitocôndrias são pequenos bastonetes membranosos (lipoproteica), que flutuam dentro do citoplasma. Dentro delas existem uma complexa maquinaria química, capaz de liberar a energia contida nos alimentos que a célula absorve. Isso acontece da seguinte forma: as substancias nutritivas penetram nas mitocôndrias, onde reagem com o gás oxigênio, em um processo comparável à queima de um combustível. Essa reação recebe o nome de respiração celular. A partir daí é produzido energia em forma de ATP  (adenosina trifosfato).
       
      Funções da Mitocôndria:
      • Produção de Energia;
      • Respiração Celular através do Ciclo de Krebs e da Cadeia Respiratória.
      Origem das Mitocôndrias:
              Durante os anos oitenta, Lynn Margulis propôs a teoria da endosimbiose para explicar a origem das mitocôndrias e cloroplastos de procariontes. De acordo com esta ideia, um procarionte maior engolfou ou cercou um procarionte menor há uns 1.5 bilhão ou 700 milhões de anos atrás.
              Em vez de digerir o organismo menor, o grande e o pequeno entraram em um tipo de simbiose conhecido como mutualismo, em que ambos os organismos se beneficiam e nenhum é danificado. O organismo maior ganhou excesso de ATP (adenosina trifosfato) fornecido pela "protomitocôndria" e açúcar em excesso fornecidos pelo " protocloroplasto ", enquanto fornecia um ambiente estável e as matérias-primas que o endosimbionte requeria. Esta relação é tão forte que agora células de eucarionte não podem sobreviver sem mitocôndria (igualmente eucariontes fotossintéticos não podem sobreviver sem cloroplastos), e os endosimbiontes não podem sobreviver fora dos anfitriões. Quase todos eucariontes têm mitocôndria.
      Dentro da célula muscular típica há as mitocôndrias que (segundo Astrand, 1980) captam oxigênio; são corpos em forma de bastão, circundados por uma membrana dupla que representa a “casa da força” da célula. Aqui o combustível e o oxigênio entram nos processos geradores de energia, resultando na formação de ATP (adenosina trifosfato) que é o mais abundante acumulador usado pela célula.
      Prof. Jacintho F. Targa (falecido) 
       R. Coronel André Belo, 603 -  90050 – Porto Alegre – RS
      CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA SANTA CATARINA: http://www.crefsc.org.br


      Caroline Machado de Oliveira

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A escala do universo

Este é um interessante site interativo que contrasta o tamanho de objetos, lugares, seres e até planetas com as organelas e estruturas microscópicas presentes no universo. É possível ler algumas curiosidades clicando nos objetos e através do aumento ou redução do zoom é que eles vão aparecendo.

http://htwins.net/scale2/index.html

Fernanda Carolina da Silva

Um exemplo de neurônio

Pesquisadores brasileiros transformam células da pele de paciente esquizofrênico em neurônios e criam novo modelo para estudar o distúrbio. Trabalho facilitará o teste de novas drogas e o desenvolvimento da medicina personalizada

Um exemplo de neurônio
Neurônios reprogramados a partir de células (sadias) da pele de paciente esquizofrênico apresentaram características similares a de células do sistema nervoso afetadas pelo distúrbio. (foto: Bruna Paulsen/ Lance-UFRJ


  Até hoje, o estudo dos mecanismos moleculares envolvidos na esquizofrenia, que afeta 1% da população mundial, era limitado à análise do tecido nervoso de pacientes esquizofrênicos falecidos e testes de ressonância magnética. Mas uma pesquisadesenvolvida por cientistas brasileiros acaba de mudar esse cenário, abrindo as portas para uma melhor compreensão desse distúrbio mental.  Os pesquisadores do Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (Lance) da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenado pelo biólogo e colunista da CH On-line Stevens Rehen, conseguiram transformar células da pele de um paciente com esquizofrenia em células do sistema nervoso e identificar características dessa doença que não estão presentes em células sadias.

  “Levamos a célula da pele a se transformar em um neurônio, mas as análises foram feitas com progenitoras neurais, que são uma espécie de estágio anterior aosneurônios”, explica a bióloga Renata de Moraes Maciel, pós-doutora do Lance e uma das duas principais autoras do artigo, que já foi aceito para publicação na revista científica Cell Transplantation.


Oxigênio demais

  A equipe do Lance constatou que essas progenitoras neurais consumiam o dobro deoxigênio do que células sadias. Como consequência, elas também apresentavam grande volume de espécies ativas de oxigênio, capazes de danificar os constituintes celulares.

  Ela acrescenta que o excesso de oxigênio e espécies ativas não está presente nos fibroblastos, as células da pele usadas originalmente, nem nas células-tronco pluripotentes, o estágio anterior às progenitoras neurais.“Essa abundância de espécies ativas também ocorre nos neurônios dos pacientes esquizofrênicos e quando usamos ácido valproico, um estabilizador de humor, ela retorna a níveis normais”, conta a biomédica Bruna da Silveira Paulsen, doutoranda do Lance e a outra autora principal do artigo.

  “Isso mostra que conseguimos duplicar a etapa inicial da patologia. Criamos ummodelo que pode agora ser usado para testar novas drogas e adaptar o tratamento para cada paciente, já que essas células têm o perfil do doador do fibroblasto”, completa a biomédica.


Rumo à medicina personalizada

  No estudo, a equipe do Lance usou a técnica de reprogramação celular criada em 2007 pela equipe do pesquisador japonês Shynia Yamanaka. Ela permite, com o uso de umvírus contendo genes específicos, que uma célula já diferenciada para funcionar comoum determinado tecido – como a pele – volte a um estado inicial de desenvolvimento no qual ela tem o potencial de se transformar em qualquer outro tipo celular.

  Ou seja, ela vira uma célula-tronco pluripotente (iPS, na sigla em inglês), similar a uma célula-tronco embrionária. “Outros grupos já usam essa técnica, inclusive comneurônios, mas nenhum havia observado ainda a questão das espécies ativas deoxigênio”, observa Maciel.

  “Queremos ainda entender a razão do excesso de espécies ativas de oxigênio: se éuma superatividade das proteínas que as produzem ou uma falha dos mecanismos que existem para corrigir esse fenômeno”, esclarece Paulsen.A equipe agora pretende aprofundar mais o estudo investigando vários aspectos dadescoberta. Os pesquisadores querem reprogramar fibroblastos de mais nove pacientes, estudar outras possíveis diferenças entre células sadias e as afetadas pela esquizofrenia e avançar na linha da medicina personalizada.

Fonte: Revista ciência hoje, por Fred Furtado - Ciência Hoje/ RJ

Postagem: Bruno Kubis